Uma nova tecnologia vai permitir que você navegue em velocidades mais rápidas na internet no futuro. Em estudo publicado na revista Nature, pesquisadores da Universidade de Hong Kong e de Harvard, em parceira com laboratórios de tecnologia da informação, relatam que conseguiram fazer um novo “modulador óptico”. Não entendeu o que isso significa? Calma que a gente explica.

Esses moduladores são um componente crítico nas comunicações modernas e funcionam como um gargalo da comunicação. Segundo Flávio Mello, professor de Engenharia Eletrônica e Computação da Escola Politécnica da UFRJ, a tecnologia fica na chamada última milha do sinal da internet, em postes perto da casa dos usuários.

Se o mundo da tecnologia da internet mudou e evoluiu demais para quem é usuário comum, imagine para os desenvolvedores de sites ou outras aplicações para a web. Certamente, esses profissionais já tiveram contato com uma infinidade de plataformas diferentes para realizar suas criações, mas algumas delas não eram ou não são assim tão simples de usar.

É aí que entra o Webflow, um serviço que permite a criação de websites de maneira visual, inclusive com animações complexas, tudo diretamente no seu navegador, sem a necessidade de conhecimentos muito profundos sobre o assunto. Com o recurso recém-implantado de gerar elementos animados, é possível criar sites mais criativos e dinâmicos sem precisar escrever uma tonelada de códigos.

O sistema de criação de animações no Webflow segue uma lógica simples e bem comum nesse tipo de ferramenta: usando uma linha do tempo, você vai acrescentando elementos e efeitos na ordem necessária e de acordo com os comandos desejados.

O Google anunciou uma mudança importante na política de atualização de apps no Android. Em breve, os desenvolvedores poderão forçar os usuários a usar a versão mais recentes dos seus programas. Além disso, todo o processo poderá ser feito sem que a Play Store tenha que ser aberta.

De acordo com o Google, as atualizações internas de aplicativos do Android poderão ser feitas de duas maneiras. A primeira é voltada para updates críticos, que mostrará um aviso em tela acheia assim que o usuário abrir o app e demandará o download imediato. A expectativa é que o recurso seja usado em caso de erros graves ou problemas de segurança.

Já a segunda opção é mais flexível, exibindo apenas uma caixa de diálogo sugerindo a atualização. Nesse caso, o usuário poderá deixar para atualizar em outro momento ou continuar usando o aplicativo, enquanto o update é feito em segundo plano. Ao finalizar, basta reiniciar o programa para aplicar as mudanças.

Fonte: Olhar Digital

A Netflix anunciou um plano de quatro anos para suas próximas séries de animação, para competir com gigantes do setor como Disney, Pixar e DreamWorks. Como o tempo de espera em projetos animados é muito longo, a maioria dos grandes estúdios divulga seus planos de lançamento com bela antecedência. Agora, o popular serviço de streaming está seguindo o exemplo. E os planos envolvem animadores, diretores e produtores executivos pesos-pesados, que já trabalharam em sucessos como Divertidamente, Encontrando Dory e Moana.

“A programação é projetada para atender desde crianças em idade pré-escolar até para pais e filhos assistirem juntos, para que famílias em todos os lugares possam encontrar algo que se adapte ao seu DNA único”, diz o comunicado da Netflix.

Dadas as estatísticas do comunicado de imprensa – ela diz que 60% de todos os usuários do Netflix assistem a algum tipo de conteúdo voltado para a família todo mês – há um foco maior em fazer com que esse conteúdo fique alinhado às metas de conteúdo originais da Netflix.

Fonte: Olhar Digital

O Google publicou nesta quarta-feira, 7, mais uma edição do seu relatório anual de combate à pirataria. Entre outros dados, a empresa informou que já removeu mais de 3 bilhões de URLs dos resultados de busca por violação de direitos autorais.

Somente em 2017, o Google recebeu pedidos para que 882 milhões de páginas fossem banidas dos resultados de busca. As páginas pertencem a 586 mil domínios diferentes. A empresa acatou 95% dos pedidos e deixou no ar 54 milhões de páginas.

O Google informa que, até hoje, já recebeu pedidos para a remoção de 3,8 bilhões de URLs de 156 mil proprietários de direitos autorais. Entre eles está a Associação Protetora de Direitos Intelectuais Fonográficos do Brasil (APDIF), que sozinha já pediu a retirada de 249 milhões de links do Google.

Fonte: Olhar Digital