A Microsoft está entrando no mundo do streaming de vídeo através do LinkedIn rede social corporativa comprada pela criadora do Windows em junho de 2016. O serviço ficará disponível para todo os 600 milhões de usuários da plataforma. No momento, apenas residentes dos EUA que forem convidados podem testar a novidade, que chega quase 18 meses após o LinkedIn receber suporte para reprodução de vídeos.

Batizado de LinkedIn Live, a funcionalidade vai focar no streaming de eventos, conferências, cerimônias de premiação, anúncios de produtos e até mesmo sessões de perguntas e respostas sobre determinados assuntos. A Microsoft está ajudando no suporte do LinkedIn Live através de um de seus serviços de cloud computing – o Azure Media Services – fornecendo tecnologia de codificação para transmissões ao vivo.

Pete Davies, diretor de gerenciamento de produto do LinkedIn disse, em entrevista ao TechCrunch: “Vídeo é o novo formato que está ganhando espaço em nossa plataforma agora, e é o que as pessoas estão mais falando sobre”, e completa “O Live tem sido o recuso mais requisitado.”

Fonte: The Verge

Facebook estaria planejando permitir que seus aplicativos de mensagens possam ser utilizados para enviar textos entre si. Com isso, seria possível um usuário mandar uma mensagem à partir do WhatsApp para que outra pessoa a receba no Direct do Instagram, por exemplo.

A informação vem do jornal The New York Times, que ainda noticia que cada aplicativo deve continuar operando de maneira independente. A ideia seria permitir que as pessoas que usam apenas um dos serviços de mensagem do Facebook se comuniquem com usuários de outros aplicativos da empresa.

“Nós queremos criar as melhores experiências de mensagens possíveis; e as pessoas querem que mensagens sejam rápidas, simples, confiáveis e privadas. Nós estamos trabalhando em tornar criptografados mais de nossos produtos de mensagem e estamos considerando maneiras de tornar mais fácil o contato com amigos e família através das redes. Como você poderia esperar, existe muita discussão e debate conforme nós começamos o longo processo de descobrir todos os detalhes de como isso funciona”
– Comunicado oficial do Facebook

Juntos, Facebook, Instagram e WhatsApp possuem 2,6 bilhões de usuários – ou 33% de todos os habitantes do planeta. A união dos dados de todas essas pessoas poderia resultar num maior engajamento dos usuários, que por sua vez poderia resultar em maiores ganhos com publicidade. Algo que o Facebook busca numa época onde o crescimento dos lucros da empresa estão diminuindo.

Via: The Verge Fonte: NY Times

O Instagram quase sempre é visto testando novas funções e recursos para seus usuários, contudo raramente tais testes envolvem funcionalidades pagas: segundo o consultor de redes sociais Matt Navarra, que compartilhou a novidade em seu perfil no Twitter, o Instagram está agora testando um recurso de impulsão de Stories, similar ao que já é visto com os posts do Facebook.

A informação foi confirmada posteriormente pelo próprio Instagram: “Posso confirmar que estamos testando essa funcionalidade de forma global. Nós ainda não temos uma janela de lançamento para a disponibilização completa, mas vamos mantê-los atualizados”, disse uma porta-voz da empresa ao Techcrunch.

O Facebook também está prestes a permitir que os usuários apaguem mensagens enviadas aos contatos. Nas notas de atualização da versão mais recente do Messenger para iOS, o recurso já é mencionado diretamente, com lançamento previsto para “breve” e detalhes sobre seu funcionamento, permitindo que os textos sejam deletados até 10 minutos depois do envio original.

Como acontece em outros aplicativos do tipo, isso vale mesmo quando o contato já visualizou a mensagem, mas os detalhes de funcionamento ainda são escassos. No WhatsApp, por exemplo, as mensagens deletadas efetivamente desaparecem, mas o balão de fala continua, indicando que ali havia um texto que foi apagado pelo remetente. A ideia é que a mesma dinâmica será aplicada ao Messenger.

Hoje, o recurso de apagar mensagens na aplicação funciona apenas para o próprio usuário, sem efeito sobre o que é recebido. Por outro lado, a possibilidade de expandir essa possibilidade e permitir que os utilizadores se arrependam vem sendo cogitada desde abril, quando o próprio Facebook admitiu que o criador e CEO, Mark Zuckerberg, e outros executivos-chave da companhia tinham o recurso habilitado em seus perfis.

Fonte: Canal Tech