Previsto para ser lançado em dezembro, o Chrome 71 vai travar uma nova batalha contra anúncios considerados abusivos em websites por aí. A Google decidiu implementar uma ferramenta que bloqueia anúncios em sites que os exibem persistentemente.

Sites com anúncios considerados abusivos são aqueles em que a publicidade surge em várias formas na página, de maneira persistente e, em geral, fazendo com que o navegador se comporte mal ou até mesmo tentando roubar informações pessoais do usuário.

No Chrome 68, liberado em junho, a Google já trouxe um sistema que impede que sites abram novas guias ou janelas caso fossem denunciados por práticas abusivas. Mas o Chrome 71 levará esse controle a um outro patamar, dando aos donos de tais sites, quando denunciados, um período de 30 dias para limparem suas páginas. Caso os anúncios abusivos não sejam removidos, o Chrome então bloqueará a exibição de todos os anúncios de tal site.

O filtro, no entanto, pode ser desativado manualmente pelo usuário, caso ele não queira deixar de ver os anúncios, ainda que considerados abusivos por outros e pela própria Google. Mas isso não é incentivado — afinal, não exibir tais publicidades abusivas significa menos receita gerada a partir deles e, portanto, “mexer no bolso” dos sites que usam e abusam de anúncios é uma boa prática para que eles monetizem suas páginas sem incomodar os visitantes.

Fonte: The Verge

O Google anunciou uma mudança importante na política de atualização de apps no Android. Em breve, os desenvolvedores poderão forçar os usuários a usar a versão mais recentes dos seus programas. Além disso, todo o processo poderá ser feito sem que a Play Store tenha que ser aberta.

De acordo com o Google, as atualizações internas de aplicativos do Android poderão ser feitas de duas maneiras. A primeira é voltada para updates críticos, que mostrará um aviso em tela acheia assim que o usuário abrir o app e demandará o download imediato. A expectativa é que o recurso seja usado em caso de erros graves ou problemas de segurança.

Já a segunda opção é mais flexível, exibindo apenas uma caixa de diálogo sugerindo a atualização. Nesse caso, o usuário poderá deixar para atualizar em outro momento ou continuar usando o aplicativo, enquanto o update é feito em segundo plano. Ao finalizar, basta reiniciar o programa para aplicar as mudanças.

Fonte: Olhar Digital

O Google publicou nesta quarta-feira, 7, mais uma edição do seu relatório anual de combate à pirataria. Entre outros dados, a empresa informou que já removeu mais de 3 bilhões de URLs dos resultados de busca por violação de direitos autorais.

Somente em 2017, o Google recebeu pedidos para que 882 milhões de páginas fossem banidas dos resultados de busca. As páginas pertencem a 586 mil domínios diferentes. A empresa acatou 95% dos pedidos e deixou no ar 54 milhões de páginas.

O Google informa que, até hoje, já recebeu pedidos para a remoção de 3,8 bilhões de URLs de 156 mil proprietários de direitos autorais. Entre eles está a Associação Protetora de Direitos Intelectuais Fonográficos do Brasil (APDIF), que sozinha já pediu a retirada de 249 milhões de links do Google.

Fonte: Olhar Digital